Justiça e Misericórdia: O coração de Deus

Quando leio Miquéias 6:8, sinto como se Deus tirasse todas as complicações que nós criamos e deixasse diante de nós apenas o essencial. Ele não está pedindo performances espirituais, aparências religiosas ou rituais impecáveis. Deus está pedindo aquilo que realmente revela se o nosso coração se parece com o d’Ele: justiça, misericórdia e humildade.

Praticar a justiça, para mim, é viver de forma íntegra mesmo quando ninguém está olhando. É escolher o que é certo, ainda que seja o caminho mais difícil. É se posicionar em favor do vulnerável, do esquecido, do ferido — porque o Deus que servimos sempre se inclina para eles.

Amar a misericórdia é mais profundo do que apenas ser gentil. É ter prazer em agir com graça. É olhar para as pessoas com a consciência de que nós também precisamos, todos os dias, da misericórdia de Deus. É escolher responder com bondade mesmo quando o impulso natural seria o contrário.

E andar humildemente com Deus… ah, isso é o centro de tudo. É lembrar que não somos autossuficientes, que dependemos dEle para viver, discernir, amar e servir. Humildade não é se diminuir, é saber exatamente quem somos diante de Deus — e permitir que Ele direcione cada passo.

Quando colocamos esses três pilares em prática, algo extraordinário acontece: começamos a refletir o próprio coração de Deus no mundo. E é isso que Miquéias 6:8 nos chama a viver — uma fé que não fica só na boca, mas que transforma a vida, o ambiente e as pessoas ao nosso redor. É simples. É profundo. É o caminho.

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